terça-feira, 23 de setembro de 2008

Mais do caderninho, de tempos em tempos, conforme vai saindo







quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ressuscitando caderninho e blog






segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Down in the dumps

Meaningless life,
Why don't you give me something to put in my mind?

Fazendo um Gênero

sábado, 28 de junho de 2008

Processos criativos?

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Terceiro dia!

Podia tudo passar mais rápido pra eu nunca mais sentir vontade!
Continuo sem fumar.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Sobre a gramática dos acontecimentos

Havia decidido parar de entender, de racionalizar tudo, e continuar a sentir, apenas (BIG MISTAKE, like many others). Era apenas mais uma variação do sentar e esperar. Tentava me humanizar mais, deixar de ser máquina analítica e me tornar sentimento, apenas. Sem entendimento racional sobre os sentimentos, grande massa disforme, descontrolada e indiferenciável se formou e mal resolvido tudo ficou.

A renuncia ao entendimento para alguém que costuma não gostar de colocar pontos finais, por medo, por proteção e imprudência emulou resoluções e sentimentos falsos, CATASTROPHE. Anos esperando a mudança milagrosa, que aconteceria num despertar, e que nunca aconteceu. A massa aumentava, e seu peso viria a se tornar insuportável, todo esse peso impedia avançar até os pequenos passos. Como num parto voltou a pensar e percebeu que sem os pontos finais nunca chegaria ao final “feliz” da história.

Alguns pontos finais são fáceis, pouco dolorosos e rapidamente se postam, outros nem tanto começam seu processo, outros viram desafios e se tornam vírgulas, infelizmente algumas vírgulas que me trariam felicidade realmente podem só ser pontos finais. Resta também saber se as prosas continuam ou se tornam poesia.

Yeah, primeiro dia sem nenhum cigarro

O título descreve tudo, e praticamente não senti vontade alguma.

: )

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Sometimes life sucks

E que raios esta acontecendo que tem agora um festival de mulher + comida, tipo mulher melancia, mulher jaca, mulher moranguinho, mulher filé!!!!!!!!!
Ah, descontando meu descontentamento em fúria raivosa em algo!

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sobre cigarros

Tentar colocar por fim mais uma vez esse vício, dessa vez conseguir (gotta tell myself this so it become true), tem sido um pouco difícil. Ontem e hoje cai em tentação, fui fraco e não resisti, fumei um cigarro, pretendo não cometer mais o mesmo erro, como auto-punição: 20 minutos correndo na esteira, nunca tinha conseguido tanto, me surpreendi, e ainda por cima aumentei todos os pesos nos aparelhos, hoje farei o mesmo, mas por pelo menos 30 minutos. O bom da auto-punição é a aquisição de uma felicidade química, que até me rende um despertar milagroso sem mau humor matutino, infelizmente não garante uma estabilidade emocional muito forte, mas ajuda na movimentação do ser.

Acho que o mais difícil não tem sido a falta de nicotina, afinal to tendo um apoio da drogaria pra suprir essa necessidade, mas sim o hábito de recorrer a algo que me entretenha. O cigarro da espera, o digestivo, o do cafezinho, o do papo, os da balada. O jeito é manter a mente ocupada e evitar freak out.

Nos dias conseguidos sem cigarros, pude notar o cheiro desagradável que ele tem, e nas recaídas o gosto que também não é agradável, e cheguei a conclusão que realmente é pelas propriedades químicas que se fuma essa coisa, me senti zonzinho!!! I got a junkie feeling of drugs.

Adeus companheiro fedido!!!!

Ri muito - Adão e Eva

terça-feira, 22 de abril de 2008

A Auto-apreciação sobre a auto-apreciação

Nasce no primeiro ano da graduação em artes visuais a vontade de discursar sobre si mesmo. Após um auto-retrato feito a grafite, um primeiro ato de exploração da própria imagem, seguido pelo pedido da execução de um exercício de bricolagem digital, onde surge o questionamento sobre qual tema discursar e, paralelamente a essa questão, vem caminhando o pensamento condicional: Só se deve discursar sobre aquilo que realmente se conhece. Qual é o assunto mais recorrente em minha vida? O que sempre se fez presente e que tomou a maior parte dos meus pensamentos até hoje? Apenas uma resposta ressoava como verdade, talvez pelo prazer gerado pelos primeiros auto-retratos, talvez pelo egocentrismo nativo, ou apenas a vontade de levar à todos, difundindo, a própria imagem e beleza. Vontade de ser apreciado, devorado por olhos alheios.

Esses primeiros trabalhos por mais medíocres que sejam, são o ponto de partida da pequena produção até hoje concluída e o norte do meu pensamento. Como narciso, volto ao lago a cada novo dia para me auto-apreciar e me afogar na própria essência.

Assim, então, se forma o cerne do trabalho, onde todas as questões que surgem irão circundar, envolver e dialogar, onde um desenho de observação deixa de ser apenas um desenho de observação para integrar o universo daquilo que faz parte do cotidiano e recebe carinho ou apreciação estética, a aranha e a sua beleza gráfica assume um significado próprio, uma faceta/personalidade do artista, e qualquer exploração estética do corpo humano é feita sobre o próprio corpo.

Dois anos se passam erguendo estas fundações, para, sobre elas, poder construir um edifício de infinitos andares, e uma nova proposta na universidade vem incendiar interações bioquímicas/elétricas inéditas no tecido neural: Como você construiria um oratório? Não mais rápido do que possível me ocorreu a primeira sinapse, com uma só palavra: EU. Esta simples e objetiva resposta, menos óbvia impossível, segue, desde então, construindo uma rede de relações para justificar e enriquecer o trabalho ainda em processo e a essência do meu TCC.
O artista que se coloca dentro de um oratório quer ser adorado, quer se elevar ao status de divindade, quer fiéis seguidores, e é esperado daquele que vê o artista se colocar em tal posicionamento a reflexão da validade de tal ação em uma realidade em que a mídia se tornou a nova religião e atores, cantores – elegidos “pop stars” – e até mesmo artistas plásticos, habitam altares particulares.

terça-feira, 1 de abril de 2008

Uma imagem entre muitas palavras


Sobre o post anterior/abaixo ou vontade de seguir falando ao nada

O textículo publicado anteriormente deriva de sensações que se traduzem mais propriamente em imagens do que palavras, perdoem-me pela talvez má escrita e falta de poética, mas eu necessitava do registro mais facilmente feito e que me desse mais detalhes. Reconheço que um bom texto requer tanto trabalho quanto uma boa imagem, mas neste caso um mau texto registra detalhes e uma má imagem seria apenas ruído. A publicação no blog dificulta perder o texto, enquanto uma folha de papel é facilmente jogada no lixo ou perdida pelo mundo e um arquivo no computador facilmente pode ser deletado, para que eu exclua este post muitas etapas devem se seguir. Quem sabe com ele ai, se esfregando em minhas faces eu não o transmuto em novas realizações.

É eu ando estremamente com vontade de falar ao nada, afinal de contas, quase ninguém deve passar por aqui.